domingo, 17 de abril de 2011

Cuida de Mim
Angélica
Estou aqui, à sua espera
Pra você me ensinar a ser feliz...
Cuida de mim... pois no futuro eu serei aquilo que você me diz!
Te querendo, exatamente, da maneira que me quis
Não se esqueça que eu sou seu aprendiz...

Pensa com a cabeça, usa a inteligência e coração
Olha do seu lado: tanta gente teve tudo e acabou na solidão...
Cuida da semente, você vai colher aquilo que plantou...
Trata bem da gente, pois você será tratado da maneira que ensinou...

Não se esqueça que o tempo passa... não esqueça que já foi criança...
Que depende de você a beleza que esse mundo pode ter...
Não se esqueça que o tempo passa, não se esqueça que já foi criança...
Se você cuidar de mim, se você me der amor... amor vai receber!

Não se esqueça que entre nós um menino já nasceu...
2 mil anos se passaram e ninguém o seu nome esqueceu
E o que ele ensinou já é tempo de aprender:
Se você me der amor... só amor vai receber!!

Estou aqui, à sua espera
Pra você me ensinar a ser feliz...
Cuida de mim... pois no futuro eu serei aquilo que você me diz!
Te querendo, exatamente, da maneira que me quis
Não se esqueça que eu sou seu aprendiz...

Não se esqueça que o tempo passa... não esqueça que já foi criança...
Que depende de você a beleza que esse mundo pode ter...
Não se esqueça que o tempo passa, não se esqueça que já foi criança...
Se você cuidar de mim, se você me der amor... amor vai receber!

sábado, 16 de abril de 2011

DE VERSO EM VERSO (como se constrói um poema)



Pronto para escrever, novamente

De repente!

Alguns minutos a pensar

vai chegar!


Resolvo então fazer

Permissão, tenho já, és um prazer!

Um tema

Pro esquema...


Aleatoriamente, sem pressa

Almirando letras dispersas

Ajustando palavras em plocos esparsos


Construindo versos

Então resolve-se um problema

E é feito o tão desejado poema...

Diego M.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

PARA SER GENTE GRANDE... uma poesia para contar a história de como se constrói um poeta

O poeta aprendiz

                                                         Vinicius de Moraes/Toquinho
Ele era um menino
Valente e caprino
Um pequeno infante
Sadio e grimpante
Anos tinha dez
E asas nos pés
Com chumbo e bodoque
Era plic e ploc
O olhar verde-gaio
Parecia um raio
Para tangerina
Pião ou menina
Seu corpo moreno
Vivia correndo
Pulava no escuro
Não importa que muro
Saltava de anjo
Melhor que marmanjo
E dava o mergulho
Sem fazer barulho
Em bola de meia
Jogando de meia-direita ou de ponta
Passava da conta
De tanto driblar
Amava era amar
Amava Leonor
Menina de cor
Amava as criadas
Varrendo as escadas
Amava as gurias
Da rua, vadias
Amava suas primas
Com beijos e rimas
Amava suas tias
De peles macias
Amava as artistas
Das cine-revistas
Amava a mulher
A mais não poder
Por isso fazia
Seu grão de poesia
E achava bonita
A palavra escrita
Por isso sofria
De melancolia
Sonhando o poeta
Que quem sabe um dia
Poderia ser

Acesse o link e assista ao vídeo.
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